O TDAH é um distúrbio neurodesenvolvimental que afeta a atenção, a impulsividade e a hiperatividade. Sua origem envolve fatores genéticos e ambientais que alteram a neurotransmissão dopaminérgica. O diagnóstico é clínico, de acordo com o DSM-5, e o tratamento inclui terapia e medicamentos, como a lisdexanfetamina, um psicoestimulante de ação prolongada. Seu uso deve ser monitorado para minimizar efeitos adversos, sendo fundamental o acompanhamento farmacêutico para garantir a eficácia e a adesão ao tratamento. Objetivo: Compreender a eficácia e a segurança da lisdexanfetamina no tratamento do TDAH, bem como o papel do farmacêutico na orientação e no monitoramento do uso desse medicamento. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, com o objetivo de sistematizar e analisar as evidências disponíveis sobre a relação entre espiritualidade, sentido de vida e cuidados paliativos. Resultados Esperados: analisar o impacto e o papel do farmacêutico na orientação e no monitoramento do uso. Além disso, examina como a atuação do profissional pode melhorar a adesão ao tratamento e reduzir riscos. Contribuindo para avanços na área e incentivando futuras pesquisas sobre o tema. Palavras-chave: TDAH, lisdexanfetamina, neurotransmissão, farmacêutico, tratamento.
SIMIÃO, S. L. H. M; MARTIN, L. USO DA LISDEXANFETAMINA NO TRATAMENTO DO TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE. UNIRG - UNIVERSIDADE DE GURUPI - 2006. Disponível em https://repositorio.unirg.edu.br/documento/377. Acesso em 02/07/2026.