Introdução: A vacinação infantil é uma das estratégias mais eficazes para a prevenção de doenças e redução da mortalidade, porém, nos últimos anos, o Brasil tem enfrentado um preocupante queda na cobertura vacinal. Diversos fatores contribuem para esse cenário, sendo a hesitação vacinal um dos principais desafios enfrentados pelos serviços de saúde. Objetivo: Identificar os principais fatores que contribuem para a hesitação vacinal infantil e a atuação do enfermeiro frente a essa problemática. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada entre abril e maio de 2025. Os dados foram obtidos através das bases de dados LILACS e SciELO por meio da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Google School e analisados por meio da síntese de informações dos artigos. Resultados: A hesitação vacinal está relacionada à desinformação, fake News, barreiras de acesso aos serviços de saúde e questões culturais. A atuação do enfermeiro, por meio de ações educativas, busca ativa e fortalecimento do vínculo com a comunidade, mostra-se essencial para superar esses desafios e ampliar a cobertura vacinal. Conclusão: O enfermeiro tem papel fundamental na promoção da saúde infantil e no enfrentamento da hesitação vacinal.
SOUZA, S. O. HESITAÇÃO VACINAL INFANTIL: FATORES CONTRIBUINTES E A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO. UNIRG - UNIVERSIDADE DE GURUPI - 2025. Disponível em https://repositorio.unirg.edu.br/documento/343. Acesso em 10/04/2026.